terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Visita aos museus possibilita a interação com o patrimônio artístico cultural do pampa

Adicione uma visita aos museus à sua programação de turismo no pampa. Bagé conta com o Museu Dom Diogo de Souza, localizado na Avenida Emílio Guilayn, nº 759 e o Museu da Gravura, que está na rua Cel. Azambuja, nº 18.

Conheça a história do Museu Dom Diogo de Souza 

O museu foi inaugurado em 20 de setembro de 1956, com sede em duas salas da Vila Vicentina, onde ficou até meados de 1974, até a sua expansão em 1975 quando o museu muda-se para a Sociedade Portuguesa de Beneficência. Em celebração de convênio, em 1969, o museu passa a ser mantido pela Fundação Attila Taborda/Urcamp, a qual faz parte até hoje. Anualmente, o museu recebe cerca de 10 mil visitantes, estudantes e pesquisadores.


Conta com um acervo diverso e histórico originário de doações da comunidade; na Hemeroteca Isidoro Paulo de Oliveira (coleção de periódicos e revistas de Bagé e RS), encontra-se objetos do cotidiano, imagens sacras, objetos das revoluções, vestuário, coleção de numismática - cédulas e moedas -, documentos, biblioteca de Autores Bageenses, e ainda Biblioteca de Tarcísio Antônio da Costa Taborda. Além da Fototeca Túlio Lopes, com acervo de aproximadamente cem mil fotos. Ao museu Dom Diogo foi incorporado o acervo do Museu Patrício Corrêa da Câmara.

De acordo com a Urcamp, o Museu tem a importante função de ser o guardião da história e da cultura da nossa terra, elaborando inúmeras atividades baseadas no conceito IBRAM de museu. Tem em seus objetivos pesquisar, coletar, preservar, democratizar, comunicar e educar sobre a diversidade histórica de Bagé e região.

Saiba mais sobre o Museu da Gravura

Fundado em 21 de outubro de 1977, o Museu da Gravura Brasileira é mantido também pela Fundação Áttila Taborda e tem o intuito de recolher, adquirir, estudar, conservar, comunicar/expôr, para fins de estudo, educação, cultura e lazer, obras de Artes Visuais com ênfase na gravura.


Em seu acervo, dispõe de mais de 400 obras do Clube da Gravura de Bagé e de Porto Alegre, onde uma das primeiras doações forem realizadas por Carlos Scliar, com o acervo particular de gravuras sobre a temática gaúcha. O acervo é formado integralmente com doações de artistas e particulares. Conta com mais de 1700 obras, nas técnicas de gravura; serigrafia, gravura em metal, xilogravura, ponta seca, fotografias, dentre outras técnicas. No acervo, encontra-se obras de Vasco Prado, Glauco Rodrigues, Danúbio Gonçalves, Glenio Bianchetti, Vera Chaves Barcelos, Fayga Ostrower, entre outros.

Segundo a Urcamp, o museu tem a missão de promover a interação da sociedade com o patrimônio artístico cultural, o que contempla tanto a experimentação e a inovação contemporânea quanto ao registro, resgate, educação, comunicação, memória e identidades. Com foco na livre expressão, na democracia e na ética cultural comunitária, integrando a política cultural desta universidade, primando pela responsabilidade sócio cultural e desenvolvimento regional.

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